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Centro de Referência da Mulher cria sala especial para mostrar os registros de violência doméstica

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O secretário Catarina disse que está sendo feito o zoneamento para identificar as regiões onde há maiores índices de violência - Foto: Ataides Miranda
Por Ataides Miranda

O Centro de Referência da Mulher Vânia Araújo Machado abriu hoje (11) suas portas para mostra a sociedade, através de áudios, os principais tipos de violência relatados nos atendimentos. Os depoimentos foram narrados por diferentes vozes que interpretam as narrativas das mulheres que buscam atendimento presencial ou por telefone. São histórias chocantes que retratam o nível elevado de todo tipo de violência a que as vítimas são submetidas. 

Ao abrir a Instalação o secretário de Justiça e Direitos Humanos, Catarina Paladini, falou da importância do Centro que serve de referência para implantação de estruturas municipais. Comitivas de Bagé, Santo Antônio da Patrulha e Alvorada, estavam presentes ao ato e vieram ao CRM em busca de subsídios para o atendimento local. O secretário Catarina Paladini disse a administração estadual está fazendo o zoneamento visando identificar as regiões onde há maiores índices de violência de gênero, as classes sociais mais envolvidas e as circunstâncias em que ocorrem. “A partir desse levantamento essas regiões serão visitadas objetivando ações concretas de prevenção. 

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Instalação fica aberta até o final de março - Foto: Ataides Miranda

A diretora do Departamento de Políticas para as Mulheres da SJCDH, Luciana Custódio, destacou o envolvimento do poder público estadual no acolhimento às vítimas de violência. A diretora apelou às mulheres para que não se calem, e denunciem “para que o Estado possa fazer a sua parte. A política pública para as mulheres não pára e o poder público precisa tomar conhecimento dos casos para poder agir”, concluiu.  

O trabalho intitulado “Instalação Não se Cale” e a exposição Não Abafe o Caso, integram a programação do mês da mulher promovida pela Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos, e podem ser vistos até o final do mês, de segunda a sexta-feira, das 09 às 18 horas, no CRM, na Travessa Tuiuti, 10.   

Feira Mulheres Artesãs 

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Feira fica aberta até a próxima quarta-feira (13) - Foto: Ataides Miranda

O saguão do segundo andar do Centro Administrativo do Estado Fernando Ferrari que dá acesso ao prédio da SEDUC está abrigando de hoje (11) até a próxima quarta-feira (13) a Feira Mulheres Artesãs. A iniciativa, que também, integra a programação do mês da mulher, contempla assessórios, bijuterias, bonecas, turbantes, cadernos, agendas, roupas com a inclusão  de garrafas pet, roupas com motivos afro, arte e crochê e peças artesanais em geral. 

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Diretora Maria Fernanda Bermudez

A diretora geral da Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos, Maria Fernanda Bermudez, ao abrir a feira, ressaltou a importância do empreendedorismo. Ela deu as boas vindas às expositoras e disse que a feira deve servir, também, como espaço para a exposição de idéias. Maria Fernanda Bermudez pediu as participantes um relato sobre suas necessidades e como o poder público pode colaborar.

Também participaram da abertura da feira a diretora do Departamento de Direitos Humanos da SJCDH, Maria da Graça Paiva, a coordenadora de Igualdade Étnica e Racial, Tânia Neves de Paula, coordenadores e servidores da secretaria.

SDSTJDH - Secretaria de Desenvolvimento Social, Trabalho, Justiça e Direitos Humanos